quarta-feira, 28 de setembro de 2016

ESCOLA FLUMINENSE DE BELAS ARTES


A EFBA - ESCOLA FLUMINENSE DE BELAS ARTES que aparece frequentemente em vários capítulos da História da Arte no Brasil assim como nas biografias de importantes artistas plásticos e visuais, arquitetos e designers, artesãos, músicos, poetas e escritores brasileiros e até alguns internacionais, sempre foi uma instituição mantida exclusivamente pela Associação Fluminense de Belas Artes, nossa AFBA.

Da mesma forma que todos os SALÕES FLUMINENSE DE BELAS ARTES, em suas diversas modalidades e motivações assim como:

- Da Primavera;
- Das Marinhas;
- Das Pinturas de Gênero;
- Das Naturezas- Mortas;
- Das Flores;
- Das Alegorias;
- Das Paisagens; etc.

Logo os ditos SALÕES FLUMINENSES são desde à década de 1930 competições, salões, concursos, gincanas administradas e desenvolvidas pela AFBA - Associação Fluminense de Belas Artes. Estes eventos são voltados principalmente para seu público alvo, os associados contribuintes regulares da AFBA.

Em outras palavras entende se que todos os participantes, alunos e professores, artistas e autores participantes da ESCOLA FLUMINENSE DE BELAS ARTES e dos SALÕES FLUMINENSES DE BELAS ARTES, eram e são associados contribuintes regulares da ASSOCIAÇÃO FLUMINENSE DE BELAS ARTES - AFBA.




quinta-feira, 25 de agosto de 2016

SANSÃO PEREIRA é um dos Patronos da AFBA




SANSÃO PEREIRA

( Sansão Campos Pereira )

ACRE, Capatará 11 de Junho de 1925 - 11 de Dezembro de 2014, Rio de Janeiro,RJ

Um dos Artistas Patronos da AFBA e da EFBA.


 Sansão Pereira


 Sansão Pereira



 Sansão Pereira


 Sansão Pereira



 Sansão Pereira



 Sansão Pereira



 Sansão Pereira



 Sansão Pereira



 Sansão Pereira



 Sansão Pereira



 Sansão Pereira



 Sansão Pereira



 Sansão Pereira



 Sansão Pereira









sábado, 13 de agosto de 2016

AFBA ASSOCIAÇÃO FLUMINENSE DE BELAS ARTES PRECISA DE LOCAL PARA TRABALHAR





Desde o infeliz episódio ocorrido pela reintegração de posse pela 

AMPLA do local sede

da AFBA e EFBA

à nossa Associação Fluminense de Belas Artes e a Escola Fluminense de

Belas Artes, fundadas na década de 1930 no Estado do Rio de Janeiro

 está de forma provisoria em Niterói e buscando uma

novo local para darmos prosseguimento as atividades artísticas e culturais.

Por mais que pareça que a atual presidência e a atual equipe gestora 

seja contra as antigas e meritórias premiações,

não é verdade, 

a atual administração é contra sim a farta distribuições de comendas,

títulos, chancelas, homenagens, diplomas, etc. 


as pessoas e pseudo-personalidades que nunca

contribuíram financeiramente de forma regular com a ASSOCIAÇÃO 

e nem fizeram nada para reverterem 

os problemas básicos desta tradicional instituição 

artística-educacional-cultural 

carioca, fluminense e brasileira.

Por conta disto sempre lembramos a todos reais homenageados 

que só é licito perante nosso

Estatuto e Normativa a divulgação pública e inserção curriculares das 

medalhas e premiações dos SALÕES DE ARTE.



Os demais títulos indevidamente adquiridos devem ser omitidos 

pois não tem e nunca tiveram o

menor valor legal e estão em total desacordo 

legal, ético e moral com a atual gestão da tradicional entidade.

A AFBA não possui qualquer representante, representação e convênio,

se alguém assim se apresenta é mentira e por favor denuncie a nós,

para podermos impetrar às medidas legais necessárias.









  

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

IVAN SERPA ( 1923 - 1973 ) História da AFBA






IVAN SERPA
(1923 - 1973)



1948 


A F B A 

Associação Fluminense de Belas Artes, 

VIII Salão Fluminense de Belas Artes

 Rio de Janeiro, Brasil 


Artista plástico e professor, nascido no Rio de Janeiro em 1923, a partir de 1946 inicia seus estudos em arte com o gravador Axel Leskoschek. Em 1947 expõe na divisão moderna do Salão Nacional de Belas Artes e em 1948 participa e ganha a medalha de ouro no VIII Salão Fluminense de Belas Artes, organizada pela AFBA - Associação Fluminense de Belas Artes de onde era associado.
No início da década de 1950, seu trabalho já se identifica com a abstração geométrica e sua participação na I Bienal de São Paulo, realizada em 1951, reitera essa opção. Na ocasião, recebe o Prêmio Jovem Pintor Nacional. A partir de 1952 passa a dedicar-se também a atividades didáticas com crianças em cursos de pintura realizados no Museu de Arte Moderna e cursos na Escola Fluminense de Belas Artes da AFBA, atividade da qual não se afastará durante toda sua vida. Em 1953 participa da I Exposição Nacional de Arte Abstrata realizada na cidade de Petrópolis. No ano seguinte, juntamente com outros artistas, cria o Grupo Frente, assumindo sua liderança ao longo de seus dois anos de vida. Participa em 1957 da I Exposição Nacional de Arte Concreta no Rio de Janeiro, ano em que recebe o prêmio de viagem ao exterior do Salão Nacional de Arte Moderna. Viveu na Europa entre os anos de 1958 e 1959, quando volta ao Brasil. Participa em seguida da I Exposição de Arte Neoconcreta realizada no Rio de Janeiro.
No início dos anos 1960 realiza algumas experiências no campo da figuração, entre as quais a chamada "fase negra", de tendência expressionista, que se desenvolve num momento de crise política, que culmina com o golpe militar de março de 1964. A partir de 1965 retorna ao abstracionismo geométrico, introduzindo elementos mais ligados à sensualidade das formas, o que inexistira no trabalho de sua fase concreta desenvolvido ao longo dos anos 1950. Participou das mais importantes exposições ocorridas ao longo da década de 1960 como Opinião 65, Opinião 66 e Nova Objetividade Brasileiraque reuniu os grandes nomes da geração que emergia nas artes plásticas naquele momento. Ainda nas década de 1960 e no início de 1970 desenvolve trabalhos juntamente com Lygia Pape e Antonio Manuel, e também com Dionísio del Santo, que os reproduziu na técnica da serigrafia.
Recebeu vários prêmios no Brasil e participou de várias bienais realizadas em São Paulo, além de Veneza (1952,1954 e 1962) e Zurique (1960), quando é igualmente premiado. O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro realizou algumas retrospectivas de sua obra nos anos 1965, 1971 e 1974.

Obras de IVAN SERPA







terça-feira, 9 de agosto de 2016

PIPA 2016 | artistas indicados | Jaider Esbell







PIPA 2016

A arte contemporânea brasileira redescobre a sua originalidade, afinal não existe nada de tão simples, perfeito, métrico e original criativo que a arte indígena brasileira. Sou atento admirador e pesquisador sobre a temática, visão, solução e criatividade das várias etnias tribais brasileiras. ora por minha residencia e vivência de vários anos pela amazônia legal brasileira, ora por minhas atividades pró Projeto Rondon, pela Pastorais da Terra e participações nos comitês de defesa Pró-índio, Pró-Amazônia, entre tantas outras incursões culturais pelas grandes florestas mas independente de minhas aspirações e envolvimentos pessoais a grandiosidade da mitologia, entendimento e criatividade indígena brasileira é a muito tempo celebrada...Fico particularmente feliz que por sensibilidade um grande número de eleitores na votação do Prêmio Pipa 2016 convirjam para nosso grande e estimulante caminho dentro de nossas primárias raízes, e assim quero crer que em pouco tempo poderemos vislumbrar novos movimentos e obras de nossa verdadeira arte com as cores naturais de nossa atmosfera de uma vez, bem longe das pigmentações europeias metropolitanas. Hoje a noite o uirapuru canta alto em todas florestas do Brasil e o Tamandaré guia nos enfim para nossa terra prometida.


Ricardo V. Barradas.
Presidente da AFBA




sábado, 6 de agosto de 2016

JAYME AGUIAR (1925 - 2008) Professores da EFBA - AFBA




Jayme Aguiar 

(1925 - 2008) 

Pintor. desenhista, associado da AFBA e 
professor na Escola Fluminense de Belas Artes
Discípulo de Edson Motta na Sociedade de Belas Artes Antônio Parreiras
Viveu e pintou em Portugal, Espanha, França e Itália - Faz estágio nesses países devido ao Prêmio de Viagem ao Exterior ganho no Salão Nacional de Belas Artes no RJ. 
O atual presidente da AFBA, Ricardo Barradas foi
amigo, incentivador e apreciador dos trabalhos do artista,
 e assim disse em uma de suas crônicas sobre a arte de Jayme : 

" A pintura de Jayme Aguiar traz a calmaria das cores tênues e a
simplicidade dos traços perfeitos e exatos 
como é próprio em toda bucólica natureza. "